Para viver é importante ter objetivos.
Mas A Vida em grande parte é tudo aquilo que acontece antes de chegarmos aos nossos objetivos, e só poderemos encontrar felicidade se amarmos tanto o caminho quanto a chegada. Caminhemos sempre.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
"Viver cada dia como se fosse o último"
O entendimento mais comum dessa "máxima" recai sobre o sentido de viver cada dia com tamanha intensidade que cada minuto seria plenamente aproveitado.
Pois bem, a frase supracitada surgiu em minha consciência de súbito, hoje à tarde e pude, então, contemplá-la com outros olhos.
Assim, cheguei ao pensamento de que quero mesmo poder viver cada dia como se fosse o último, desde que isso seja entendido como um viver com a consciência de dever cumprido de uma vida. Já pensou?
Poder viver o hoje com a conquista de ter cumprido todo o percurso possível? Viver o presente sem lançar-me ao amanhã, visto que este, agora, é quem se encarrega de conduzir-me, e não eu a ele, como comumente fazemos ao planejar e antecipar "amanhãs".
Viver o hoje como se fosse o último dia e saber, ao acordar no amanhã, que ainda assim existe sentido para ser para além do que individualmente realizei...
O entendimento mais comum dessa "máxima" recai sobre o sentido de viver cada dia com tamanha intensidade que cada minuto seria plenamente aproveitado.
Pois bem, a frase supracitada surgiu em minha consciência de súbito, hoje à tarde e pude, então, contemplá-la com outros olhos.
Assim, cheguei ao pensamento de que quero mesmo poder viver cada dia como se fosse o último, desde que isso seja entendido como um viver com a consciência de dever cumprido de uma vida. Já pensou?
Poder viver o hoje com a conquista de ter cumprido todo o percurso possível? Viver o presente sem lançar-me ao amanhã, visto que este, agora, é quem se encarrega de conduzir-me, e não eu a ele, como comumente fazemos ao planejar e antecipar "amanhãs".
Viver o hoje como se fosse o último dia e saber, ao acordar no amanhã, que ainda assim existe sentido para ser para além do que individualmente realizei...
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
No olhar do outro podemos nos perder, mas também nos encontrar.
Jung colocou o processo de individuação como meta do desenvolvimento psíquico, um caminho que tem começo mas não um fim, até o ultimo suspiro ele pode estar em andamento. O processo de individuação é erroneamente confundido com algo individualista e isolado, significa voltar-se mais para o si mesmo (Self), conhece-se e descobrir-se tanto em aptidões e qualidades quanto em imperfeições a serem aprimoradas, deixando que revelemos a nós e ao mundo quem realmente somos e a que viemos. Mas o mergulho no si mesmo só pode se dar com o encontro com o outro. Sem o outro não temos como penetrar em nós mesmos, a partir de nossas relações e reações com o próximo é que nos revelamos.
De fato o olhar alheio pode escravizar, quando queremos atender as expectativas ditadas por alguém ou pela mídia, sociedade e etc, no anseio de ser amado a todo custo, o que acaba bloqueando a ponte para o Self. Mas o olhar do outro pode nos dar a possibilidade de encarar nosso próprio reflexo, e os oçhos que refletem não são os olhos frios e distantes, são justamente os olhos mais próximos, mais amados, mais geradores de atritos e afetos, estes podem ser a ponte para dentro de nós mesmos.
De fato o olhar alheio pode escravizar, quando queremos atender as expectativas ditadas por alguém ou pela mídia, sociedade e etc, no anseio de ser amado a todo custo, o que acaba bloqueando a ponte para o Self. Mas o olhar do outro pode nos dar a possibilidade de encarar nosso próprio reflexo, e os oçhos que refletem não são os olhos frios e distantes, são justamente os olhos mais próximos, mais amados, mais geradores de atritos e afetos, estes podem ser a ponte para dentro de nós mesmos.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Culpa e castigo
Hoje chegou aos meus ouvidos o fato de que uma pessoa virou-se para a outra e a culpou-a por certa (ou errada) situação que estava passando na vida. A segunda pessoa apenas ficou em silencio. Ouvir aquilo deveria ser um castigo...
É incrível como mesmo pessoas que racionalmente sabem que são elas próprias as responsáveis por suas colheitas, em momentos de angústia voltem aos velhos padrões de encontrar alguém em quem depositar o peso das suas escolhas erradas. A responsabilidade é às vezes um fardo muito grande para carregar sozinho. Mas o mais incrível é que sem ela não se anda.
É incrível como mesmo pessoas que racionalmente sabem que são elas próprias as responsáveis por suas colheitas, em momentos de angústia voltem aos velhos padrões de encontrar alguém em quem depositar o peso das suas escolhas erradas. A responsabilidade é às vezes um fardo muito grande para carregar sozinho. Mas o mais incrível é que sem ela não se anda.
domingo, 25 de outubro de 2009
Divina inspiração
(Conversa entre mães em aniversário infantil)
"Minha filha, dia desses, chegou em casa, angustiada, perguntando quando eu ia morrer, já que ouviu um papo de morte da avó de um coleguinha na escola" - Disse uma delas.
"E o que você responde numa hora dessas?" - Perguntou a outra, já aflita.
"Ah, simples. Disse que eu só iria morrer quando parasse de viver" - Respondeu a primeira.
Moral da história: se você, leitor, admira algum filósofo é porque não teve a oportunidade de conhecer a mãe dele.
(Conversa entre mães em aniversário infantil)
"Minha filha, dia desses, chegou em casa, angustiada, perguntando quando eu ia morrer, já que ouviu um papo de morte da avó de um coleguinha na escola" - Disse uma delas.
"E o que você responde numa hora dessas?" - Perguntou a outra, já aflita.
"Ah, simples. Disse que eu só iria morrer quando parasse de viver" - Respondeu a primeira.
Moral da história: se você, leitor, admira algum filósofo é porque não teve a oportunidade de conhecer a mãe dele.
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